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Para passar em concurso público

22 outubro 2014
Quantas vezes você já deve ter se perguntando: Como passar num concurso público? Ou até mesmo lido inúmeras dicas a respeito na internet, ou ouvido essas dicas de algum professor. Certamente essas dicas são valiosas, mas a resposta precisa estar dentro de você.

Digo isso porque você precisa estar certo de que “não está velho para estudar”, por exemplo. Ou que ainda tem capacidade para encarar o desafio dos livros e apostilas mesmo estando afastado muitos anos dos livros. Ou ainda pensar que é melhor começar a preparação logo, enquanto ainda é bem jovem, para garantir o futuro tranquilo financeiramente.

Bem, seja lá qual o perfil que você tenha – de 18 a 65 anos – é preciso se programar para estudar e investir nisso. Concurso público é um projeto de vida e deve ser encarado dessa forma. Guarde algumas economias para comprar bons livros e se matricular em um bom curso – pegue referências para não cair em ciladas. Depois, reserve tempo para esses estudos – que podem durar um pouco mais ou um pouco menos, de acordo com sua disponibilidade.

Quero lembrar que vai partir de você a decisão de estar antenado no mundo dos concursos e se dedicar a isso. Não tem outra forma de passar para o serviço público.

Será que agora respondi a pergunta mais feita nas salas de aulas nos últimos tempos? Espero que sim. Vá em frente e não desanime. Tudo é uma questão de tempo apenas. Como diz uma grande amiga minha, Lia Salgado, esteja preparado para vencer a sua maratona! Mais cedo ou mais tarde, com empenho, eu sou capaz de garantir que você conquistará, sim, a sua vaga.


Bons estudos!
Fonte: Folha Dirigida
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A tão cobiçada carreira no serviço público

15 outubro 2014
A carreira pública tornou-se uma ambição para grande parte dos brasileiros. A explicação é simples: salário fixo e estabilidade. Para os profissionais liberais, em particular, o interesse acaba sendo ainda maior, pois a grande maioria desses profissionais ganha o quanto trabalha. São profissionais dependentes do mercado e da clientela. Essa relação gera insegurança e os leva não a abandonar de vez a vocação, mas a garantir um rendimento fixo e seguro, sempre que possível mantendo a atividade profissional vocacionada. O serviço público, para essas pessoas, não é uma derrota profissional.

A contratação daqueles profissionais liberais pelo serviço público sempre foi significativa. Para advogados, então... Nem se fala! Há uma vasta quantidade de concursos da área jurídica a cada ano - para promotores, juízes, defensores e analistas. O mesmo ocorre com médicos e dentistas. No entanto, o problema na área de saúde é o salário pago por esses serviços. Essa anomalia acaba empurrando esses profissionais para cargos sem exigência de formação específica no serviço público.

 Nos grandes centros urbanos, com a proliferação de faculdades de medicina, direito e odontologia, passamos da falta para o excesso de profissionais. Com a grande oferta, a pulverização da clientela pode fazer com que os profissionais recém-formados ou mais velhos tenham dificuldade de garantir uma quantidade mínima de clientes que viabilize a sobrevivência. E aí entra o serviço público. O profissional garante um trabalho honesto, seguro e remunerado justamente e ainda pode exercer a atividade inicial. O que era a principal fonte de renda passa a ser um complemento salarial.

Você pode escolher um concurso associado a uma área que já tenha certo conhecimento. Digamos que você tenha conhecimentos na área fiscal. Escolher um concurso nessa área pode ser um facilitador. Não que obrigatoriamente o que você estudou na escola, ou na faculdade, vá ser pedido na prova. Veja bem, não é sobre isso que estou falando. O que digo é que você terá algum “treinamento”, alguma “intimidade” com a linguagem que verá pela frente.

Paralelamente, há espaço para todos os níveis de escolaridade. Quem tem nível fundamental pode ganhar em torno de R$1 mil por mês, mais benefícios que elevam de forma significativa o montante no fim do mês. Para nível médio, há oportunidades em torno de R$3 mil mensais, mais os benefícios, como citei anteriormente, que são sempre oferecidos no serviço público. Para nível superior, os salários também são superiores, podem passar de R$10 mil. Sendo assim, independente da sua formação profissional, o serviço público será sempre uma excelente opção de futuro.

Mesmo levando em consideração que o salário é um dos principais fatores, é bom pensar se você quer mesmo passar o resto da sua vida como servidor público. Conheça o trabalho que vai desempenhar para que não se frustre no futuro por ter deixado para trás a profissão ou outros desejos, como o de montar o próprio negócio. Se bem que você com um bom salário pode, simultaneamente, desempenhar sua profissão nas horas em que não estiver em seu papel de servidor público. Veja um artista plástico. Nada impede que ele pinte e exponha quadros, por exemplo, fora do expediente.

O grande segredo é entender que devemos entrar para essa batalha acreditando não na vitória, mas que estaremos dando o melhor de nós naquele momento! Com esse pensamento, não há como não ter resultados e conquistas!

Bons estudos!
Fonte: Folha Dirigida
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O tempo de superação

08 outubro 2014
Um dia desses, encontrei-me com a mãe de uma aluna que me motivou a escrever esse artigo porque, talvez, essa senhora esteja enfrentando a mesma situação que muitas outras pessoas por aí.  Vivemos em um país cercado de preconceito de todo tipo e, invariavelmente, a mulher costuma enfrentar alguns mais. Ser mãe, dona de casa, trabalhar fora e ainda estudar, meu Deus! Há quem ache o acúmulo de tantas tarefas, em pleno século XXI, um absurdo, sobretudo para uma mulher que beira os 60!
 
Mas, tal situação só tende a reforçar a auto-censura, aquela que ninguém, a não ser nós mesmos, acabamos nos impondo. A mãe dessa aluna tem 56 anos, foi criada em uma família extremamente tradicional, mas, como os tempos são outros e o dinheiro está mais curto do que nunca para ela, assim como para nós, milhares de brasileiros, decidiu voltar a estudar e fazer concurso público.
 
Uma das primeiras indagações dela foi se não estaria “velha” para a “façanha”. Ora, concurso, como eu venho dizendo ao longo de minha carreira nesse mercado, é  a forma mais democrática de acessibilidade ao emprego público. Aqui, não são questionadas cor, idade, sexo. Naturalmente, há um limite de idade, o que não é o caso dela. Interpreto esse requisito da mesma forma como encaro a necessidade de idade mínima para tirar a carteira de habilitação ou a classificação etária de um filme no cinema. 
 
O candidato sendo aprovado, ninguém vai perguntá-lo se é branco ou negro, homem ou mulher, se tem 20 ou 50 anos. Se você se encaixar nas regras do edital, como em relação à questão da escolaridade – e isso tem em qualquer emprego! -, não há o que temer. 
 
Pois bem, voltando à mãe da aluna... Depois de uns 30 minutos de conversa, a fiz entender que o maior obstáculo para o retorno dela aos estudos poderia ser ela mesma! Ela, sim, apontava entraves que não existiam. Chegou a temer ser excluída de grupos de estudos, ou da própria classe que passaria a frequentar, ou até mesmo se sentir incapaz de aprender qualquer coisa que não fosse uma nova receita culinária.
 
A vida se apresenta em gotas, eu disse a ela. E creio que tenha surtido efeito nosso curto momento de reflexão. Hoje, para minha surpresa ela já está engrenadíssima nos estudos e, com uma organização surpreendente. Ela tem hora para tudo e todas as atividades delas, sejam pessoais ou relacionadas ao estudo, cabem em sua agenda. Contei essa história, de forma resumida, para mostrar que nossos maiores inimigos não são as disciplinas extensas, a falta de dinheiro para pagar um curso, a falta de tempo para estudar, enfim, a vida atribulada que levamos. Não, não são. 
 
Precisamos, portanto, nos dedicar de forma apaixonada ao que fazemos e almejamos. Se for o desejo dela passar em um concurso público para ter uma aposentadoria digna e ajudar a família, só posso torcer para que tenha êxito e colaborar como profissional para isso. Para tanto, lá está ela, diariamente, olhos fixos no quadro enquanto o professor da hora já não fala mais uma ”língua” estranha, tudo já parece familiar. Agora, ela sabe que não há mais limites para a própria superação! 
 
Gosto de recordar outros exemplos mais perto de mim, alunos que beiram os 60 anos de idade e que “se viram” para estudar com uma determinação tamanha que me faz sentir orgulho em conhecê-los.
 
Repito por mil vezes, se precisar, que sou uma grande entusiasta daqueles que venceram a si mesmo e, em pouco tempo, terão realizado o sonho que jamais ousou sonhar antes! Isso me leva a um questionamento: E por que não você também? Dificuldades todos nós temos.  No entanto, valerá muito a pena superá-las. A recompensa será um futuro tranquilo, com um bom emprego, e a garantia da estabilidade, seja financeira, profissional ou psicológica.Esse pode ser o seu tempo de superação. Tente!
 
Bons estudos! 
Fonte: Folha DIrigida
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A hora certa de começar a estudar

01 outubro 2014
A nossa conversa de hoje é sobre a importância de você, candidato, não esperar a publicação de um edital para começar a estudar. Pense que, sempre que a preparação começa antes da grande maioria – e essa maioria tende a esperar a publicação do edital –, se sai na frente dos demais, ou seja, ganha-se um tempo precioso no processo.

Provas de concursos anteriores são sempre uma “bússola” que pode guiar, orientar você pelos caminhos a seguir. Fazer exercícios é indispensável para quem luta por uma vaga não só na administração pública, mas em vestibulares, por exemplo. Como passar sem saber como podem ser as questões exigidas?

Além disso, há disciplinas que são básicas a todos os concursos. Você pode até pensar que, desta vez, eu é que estou enganado, mas, acredite, não estou! Você já viu ou tomou conhecimento de alguma prova sem português? Pois bem, é uma disciplina básica, então. Iniciar os estudos por ela pode ser uma boa forma de ir “eliminando” disciplinas e, quando o edital sair, ser “menos uma” para você esquentar a sua cabeça. Talvez, alguns ajustes de acordo com a banca ou conteúdo exigido, mas o básico já será conhecimento adquirido. Sem contar que dominar a interpretação de textos é tiro certo para quem quer fazer uma excelente prova. Já verificou que em toda a prova é cobrada interpretação de textos? Seja na parte de direito, seja na parte de informática. Até nas matérias exatas a interpretação tem estar afiada.

Um grande conselho para você, candidato, é que nunca desista. Não existe candidato que não consiga um emprego público, o que existe é o candidato que desiste antes de alcançar seu sonho. Com perseverança e a certeza de que tudo faz parte do aprendizado, você não esmorecerá e a vaga estará garantida. É sempre uma questão de tempo. Faça a sua parte, estudando, empenhando-se, que o resultado não poderá ser outro diferente da aprovação, cujo merecimento será medido na prova. É uma questão lógica! O emprego público depende única e exclusivamente do candidato e o tempo necessário para ter o sonho realizado depende de cada um.

De qualquer forma, temos excelentes concursos em andamento também como você mesmo pode acompanhar nas notícias.

Seja lá qual for a sua opção, a hora é essa. Não adie mais a oportunidade de ter um bom emprego e ganhar bem.
Fonte: Folha Dirigida
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Um sonho em etapas

24 setembro 2014
O sonho de ingressar no serviço público, para ser concretizado, precisa de alguns cuidados e regras que muitos candidatos desconhecem. Para haver diferença entre você e o seu concorrente, não basta comprar um monte de apostilas e estudar o dia inteiro, imaginando que o esforço será satisfatório. Não, não é, e a possibilidade de você não obter êxito é bem grande.

Milhares de candidatos buscam, a cada autorização de concurso anunciada ou edital lançado, uma vaga no serviço público. São homens e mulheres, de todas as idades, em busca de bons salários, estabilidade no emprego e a certeza de uma aposentadoria tranquila. No entanto, o “concurseiro” que realmente pretende se preparar bem deve seguir etapas, que vão desde a decisão pela área a ser estudada aos simulados, considerada a fase final de todo o processo que antecede as provas.

Quando ele decide estudar para concurso público, deu o passo fundamental, vislumbra o próprio futuro, mas não é tudo. É preciso que esse candidato, antes de mais nada, escolha a área que vai estudar para se debruçar sobre o conteúdo básico, aquele que será cobrado dentro de uma área específica, como fiscal ou bancária, por exemplo, independente do concurso que optar mais adiante. Seguindo esse primeiro passo, o de conhecimento das disciplinas básicas, ele terá uma boa base para quando sair o concurso pretendido.

Depois, é estudar o conteúdo específico exigido no edital. Com a publicação, o candidato poderá fazer um curso complementar, com os conteúdos que são novidade para ir se aprofundando nas disciplinas específicas, aquelas que não constam de conteúdos básicos.

Na etapa seguinte, é a hora de aplicar o que foi aprendido dentro da sala de aula, fazer exercícios de provas anteriores da mesma banca organizadora do concurso para o qual vem se preparando. Assim, o candidato saberá como aquela determinada banca exigiu aquele conteúdo naquela prova e até mesmo o que mais costuma cobrar ou não em cada disciplina.

Porém, nem mesmo após ter feito todas as provas anteriores o candidato pode pensar que chegou ao final da maratona. É quando deverá voltar suas atenções para os simulados. Eles darão a exata ideia de como será a "prova de verdade”, o processo de seleção, porque as questões são elaboradas por professores nos moldes da banca organizadora. Assim, o aluno poderá participar da experiência de se sentir como em um dia de prova: ele terá quatro horas para responder o mesmo número de questões que será exigido no concurso, com marcação de cartão-resposta.

É basicamente a simulação de uma prova. Mas para chegar a essa etapa, aconselho que o candidato não pule as demais, porque atropelaria todo o processo: primeiro estudar a teoria, fazendo uma turma básica ou estudando sozinho em casa; treinar a banca com exercícios e depois se preparar para qualquer prova que possa cair na mão dele. Assim, o candidato – que pode ser você! -  vai estar na frente dos demais que não fizeram simulados.

Quando um edital é publicado, eu tenho o costume de entrar em sala de aula e perguntar quem já leu o edital. Num universo de 200 pessoas, se 10 levantam a mão, é muito. Antigamente, eu me espantava. Mas, com o passar do tempo, vi que isso é questão de cultura. De fato, não é uma das melhores leituras, mas é de fundamental importância. É importante ler o edital com atenção para conhecer as regras do concurso; nele estarão todas as informações que você precisa para garantir sua inscrição e orientar seus estudos. Outra dica é examinar a sua rotina diária e definir os horários que dedicará ao estudo para ter organização e tranquilidade suficientes quando estiver entre os livros e apostilas.

Lembre-se que o desejo de ingressar em um órgão público multiplicou-se na mesma proporção que a dificuldade de conquistar bons empregos na iniciativa privada. As instituições governamentais oferecem salários, em geral, superiores aos pagos pelos outros setores, além da estabilidade oferecida. O número de inscritos em concursos públicos aumenta a cada ano, surpreendendo até as estatais e fundações que abrem as seleções. É gente que acredita que sonhos se transformam em realidade e que dependem apenas do esforço pessoal de cada um.

Bons estudos!
Fonte: Folha Dirigida
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Preparação e organização - passos para se alcançar uma vaga no serviço público

17 setembro 2014
Diariamente milhares de interessados em uma vaga no serviço público se amontoam em salas de aula, em bibliotecas, bancas de jornais em busca da última informação sobre um concurso, mas um grande diferencial separa cada um desses candidatos: a preparação. Sim, é a preparação que fará a diferença, inclusive para quem pretende enfrentar a disputa por mais de um concurso simultaneamente. O primeiro passo pode parecer antagônico, mas não é: o candidato deve fazer uma relação e “separar” todas as atividades que tem. Mas... Como?

Em primeiro lugar, o programa de estudo. Este, sim, é o mais importante porque, se a pessoa não organizá-lo, acabará não estudando. A partir dessa constatação, faça uma agenda da semana, com todas as atividades “imutáveis”, ou seja, aquelas que você não pode mexer, como o horário da faculdade e do trabalho, por exemplo. Isso o fará organizar seu tempo.

Em segundo lugar, coloque as atividades de lazer. Há quem acredite que é necessário “parar tudo” e só estudar. Não é verdade! Não podemos fazer isso porque o lazer é o combustível da maratona! Também a prática espiritual, seja qual for a religião do candidato, é combustível. Ou seja: lazer é combustível para a mente; exercício físico, para o corpo; e a prática espiritual, para o espírito, como o nome diz. É necessário, portanto, reservar esses espaços em primeiro lugar.

O que você pode fazer é diminuir a duração de cada etapa. Em vez de ficar na academia de ginástica por três horas, fique somente uma hora. Em vez de ficar na praia o dia inteiro aos domingos, permaneça apenas pela manhã. Fora isso, o que vai acontecer? Vai sobrar um monte de espaços livres! Esses espaços livres deverão ser preenchidos com estudo. A pessoa que está tranquila porque cumpriu as atividades de obrigação – trabalho e estudo – e as outras consideradas prioritárias  - cuidar do corpo, da mente e do espírito – pode se dedicar completamente aos estudos.

Aí, nessa hora, como a prova é multidisciplinar, nada de estudar Língua Portuguesa, por exemplo, até esgotar a matéria. Tem gente que faz isso! Cada dia, uma matéria diferente deve ser estudada porque a prova vai exigir conhecimento de várias disciplinas. Se você estudar uma disciplina inteira, quando passar para a segunda já terá esquecido a primeira. Diariamente, é importante estar em contato com um conteúdo, e definir a hora daquele dia para isso, dentro daquele cronograma. Assim, o candidato terá tranquilidade, já que programou os estudos, e vai conseguir tocar a vida normalmente, estudando uma disciplina por dia.

Estudar requer, de preferência, muita antecedência. Antes mesmo de sair o edital do concurso é bom começar a se preparar para as provas, até porque do edital para as provas o intervalo não é muito grande para quem pretende estar seguro do que estudou.

Sendo assim, se você programou o estudo, fez a separação das atividades e começou a estudar com antecedência, só não vai passar se parar de estudar. Isso é o mesmo que dizer que ou a pessoa vai parar de estudar ou ela vai passar; não existe uma terceira opção.

Formar um grupo de estudo também é muito importante para o candidato. Claro que há pessoas autodidatas. Nesse caso, é melhor estudar sozinho. Mas um grupo sempre motiva! As pessoas vão incentivando mais as outras. Também é uma tendência uma pessoa gostar mais de uma matéria do outra e, normalmente, quando estuda sozinha, tende a se dedicar mais ao que gosta. Assim, estudando em grupo, um candidato “força” o outro a estudar todo o conteúdo que será exigido no concurso porque as pessoas gostam de disciplinas diferentes. Costumo dizer que concurso se estuda até passar. Essa é a “receita”. Bons estudos

Fonte: Folha Dirigida, Cláudia Jones
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A banca mudou, e agora?

11 setembro 2014
Durante a preparação para um concurso público costumo dizer ao candidato que é muito importante que ele faça questões de provas anteriores da banca organizadora do concurso para saber como ela funciona. Há aquelas que têm enunciado curto e direto, outras apresentam questões mais elaboradas, e ainda aquelas que uma questão errada pode anular uma certa e assim sucessivamente. No entanto, o inesperado pode acontecer com a publicação do edital e a banca do concurso anterior – aquela pela qual o candidato vinha se preparando – ser substituída. E aí?

Numa situação dessas, claro que o conhecimento não será jogado fora, mas o primeiro passo é você conhecer a nova banca. Sendo assim, aqui vão algumas dicas importantes.

O Cespe/UNB é uma banca que tem preferência por determinados conteúdos e abordagens. Normalmente não cobra todos os itens do edital. As questões são muito bem elaboradas, com questões de “certo” ou “errado”. Mas atenção porque errando uma questão, uma certa é anulada.

Na Esaf, há uma preferência por determinados conteúdos. A resolução de provas anteriores é fundamental para direcionar o candidato para os conteúdos mais frequentes. As questões são, normalmente, bem elaboradas, com grau de dificuldade de médio para alta. Questões literais, “letra de lei”, podem ser encontradas, mas costumam ser poucas.

A FCC tem por hábito distribuir, na medida do possível, as questões por todos os itens do edital. A prova tem preferência por questões literais, “letra da lei”.

Já a Cesgranrio distribui, na medida do possível, as questões por todos os itens do edital. Se o candidato tiver dificuldade de obter questões dessa banca pode substituí-las pelas questões da FCC. As bancas trabalham de forma muito parecida.

E, por fim, a FunRio, banca relativamente nova nos grandes concursos. Ela vem cobrando questões literais, “letra da lei”, e as questões apresentam longos e complexos enunciados. O candidato deve evitar perder muito tempo nas questões, resolvendo as mais fáceis e menores primeiro.

Mas, é claro, que para um bom resultado, o candidato deve intensificar o treinamento por questões anteriores, pois só assim, conseguirá um bom êxito!


Bons estudos!

Fonte: Folha Dirigida, Cláudia Jones
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